Sistemas de Proteção Contra Incêndio no Rio de Janeiro

MANUTENÇÃO

Sistemas de Proteção Contra Incêndio A DAGAD possui um departamento de Manutenção em Equipamentos e Sistemas de Proteção Contra Incêndio, contando com uma equipe de profissionais altamente especializados como: Engenheiros, Técnicos de Segurança, Bombeiros, utilizando os mais modernos equipamentos existentes na atualidade.

A manutenção dos Sistemas de Prevenção e Combate a Incêndio é de extrema importância para que possa ter a certeza de um perfeito funcionamento no caso de um sinistro.

O Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (Decreto Lei n. 897) do Estado do Rio de Janeiro, determina que a conservação de rotina desses sistemas não deverão ultrapassar (03) três meses e deverá ser confiada obrigatoriamente, a empresas legalmente habilitadas pelo Corpo de Bombeiros.

A NBR 12779 determina que todas as mangueiras de incêndio deverão ser inspecionadas a cada (03) três meses e ensaiadas hidrostaticamente a cada (12) doze meses.

Também fazemos instalação e manutenção de para-raios.
Prestamos serviços para Área Naval.

INSTALAÇÕES

Chuveiros Automáticos contra incêndio – SPRINKLERS

O sistema de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos (sprinklers), constitui-se de tubulações fixas, integrando rede subterrânea e aérea onde são dispostos, regularmente, chuveiros ligados permanentemente a um ou mais abastecimentos de água, de forma a possibilitar, em caso de ocorrência de incêndio, a aplicação da água de extinção automática e diretamente sobre o local do sinistro, através do rompimento do selo sensor de temperatura em cada chuveiro automático operado, permitindo a passagem da água e o acionamento simultâneo de um dispositivo de alarme.
O sistema inclui, além dos bicos (chuveiros), tubulações e conexões, mecanismos para alarme e bombas de pressurização.

Sistema de Detecção e Alarme:

Sistemas de Proteção Contra Incêndio Este sistema tem a finalidade de detectar imediatamente princípio de incêndio, através de sintomas iniciais, como gás de combustão invisível, fumaça, chama ou calor.

Os sensores são localizados em intervalos regulares, capazes de detectar a área afetada, sempre interligada a uma Central de Alarmes através de um sistema de fiação, permitindo ao sistema a identificação da área em sinistro.

Dispositivos de atuação manual (acionadores manuais), também são incorporados no Sistema, dá-se ativação manual quando o princípio de incêndio é percebido antes da atuação automática. Cada setor deverá dispor de pelo menos um acionador manual em local estratégico e em posição bem visível.

Prestamos serviços para Área Naval.

ASSESSORIA DE SEGURANÇA

A DAGAD está apta a prestar todo tipo de assistência nas áreas de Formação de:

> Brigada de incêndio
> Formação de CIPA
> Realização de SIPAT
> Gerenciamento de SESMT
> Elaboração de Mapa de Risco
> PPRA
> PPP
> LTCAT

entre outros itens constantes das Normas Regulamentadoras.

Temos equipamentos e pessoal especializado para a realização de medições de temperatura, poeiras, ruídos entre outros.

Este serviço, se acompanhado da manutenção dos equipamentos de combate a incêndio, pode gerar um pacote anual de mensalidades onde se torna mais cômodo para as empresas.

PÁRA-RAIOS

Segundo a norma NBR 5419, da ABNT, os pára-raios devem ser instalados nos pontos mais altos do telhado, recebendo a descarga elétrica, conduzindo-a à terra (normalmente através de cabos de cobre, protegidos por tubo de PVC) e dissipando sua energia. Para cada cabo, recomenda-se o uso de duas hastes de aterramento.

Existe porem diferentes formas de incidência de raios:
raio direto
Direta: quando o raio atinge uma edificação e causa danos tanto na
construção quanto nos equipamentos.

raio indireto
Indireta: quando o raio cai nas proximidades de uma edificação e sua
sobrecarga danifica equipamentos através da rede elétrica.

Os sistemas de proteção mais utilizados no país são o Franklin e a Gaiola de Faraday, embora existam os tipos dissipativo (raramente encontrado por aqui) e o radioativo, proibido
devido à radioatividade emitida. Suas principais características são: Franklin – composto por um captor, montado sobre um mastro metálico, que é ligado a cabos de descida, também metálicos, que conduzem a eletricidade ao solo por meio do aterramento. A área protegida é gerada por um ângulo de 45º formado a partir da ponta do captor até a base do telhado. A cada 20 metros de perímetro da cobertura, é preciso colocar um cabo de descida. Para áreas mais extensas ou casas com torres de caixa d’água, às vezes é necessário usar mais de um captor para que toda a construção esteja protegida. Obedecendo a essa angulação, a chance de que o raio corra através do pára-raios é de 90%.

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Gaiola de Faraday – instalado nas extremidades do telhado, consiste em uma malha de fios metálicos com pequenas hastes (com cerca de 50cm de altura), conectadas a cada 8 metros, que recebem as descargas elétricas. Essa malha, que deve ter módulos de, no máximo, 10 x 15m, é conectada aos cabos de descida, que estão ligados às hastes de aterramento. Também é possível usar as ferragens das colunas da construção como descida, o que requer a indicação pelo engenheiro, durante a elaboração do projeto estrutural, do uso de alguns ferros a mais, com bitola apropriada, que serão ligados à malha da Gaiola. O aterramento acontece automaticamente, já que as ferragens estão amarradas no baldrame de fundação.

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Listagem de equipamentos:
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NOSSAS CERTIFICAÇÕES

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